Mapeamento das áreas de Mata Atlântica da região é iniciado pela Copaíba

Mapeamento das áreas de Mata Atlântica da região é iniciado pela Copaíba

Publicado em: 21 de agosto de 2018

Estudo inédito da Copaíba levantará as áreas importantes para conservação da natureza da região

A restauração florestal é o processo de ajudar a recuperação ou reestabelecimento da vegetação nativa que, em algum momento, foi degradada ou completamente destruída. A floresta, quando conservada ou recuperada, desempenha papel fundamental no ciclo da água e na estabilização do clima, além de contribuir para a conservação do solo, da fauna silvestre e na manutenção de outros serviços ambientais.

Esse é a um dos grandes desafios da Copaíba, restaurar e conservar a Mata Atlântica das bacias dos rios do Peixe e Camanducaia – os dois principais rios da região do circuito das Águas Paulista e também do sul de Minas Gerais.

Para ajudar nessa missão e saber onde estão as áreas que são importantes a serem recuperadas, a Copaíba está realizando um estudo de toda a região, focando nas matas nativas já existentes. “O estudo é inédito e tem como foco analisar a importância dos fragmentos florestais para a manutenção da conectividade funcional das bacias dos rios do Peixe e Camanducaia, ou seja, será através dele que teremos delimitadas quais são as áreas mais importantes da região que, se conectadas através da recuperação florestal, trará um ganho importante em termos de conservação da biodiversidade”, comenta a Coordenadora da Restauração Florestal da Copaíba.

Até hoje, a Copaíba contribuiu para a restauração florestal de mais de 340 hectares. Essas áreas estão distribuídas em mais de 200 propriedades nos municípios da região. Segundo os dados da própria instituição, esse estudo contribuirá inclusive para auxiliar o poder público, como Prefeituras, Promotorias, Secretarias e Conselhos de Meio Ambiente trazendo o conhecimento e a clareza da localização dessas áreas prioritárias a serem conservadas em cada um dos municípios das duas trabalhadas. “Esse estudo é uma importante ferramenta de política pública, que fortalecerá a base de dados sobre a vegetação nativa da nossa região”, complementa Flávia Balderi, Coordenadora do projeto Verde Novo.

Para saber mais sobre o Projeto Verde Novo acesse o site copaiba.org.br/verdenovo/ 

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